Plataforma de atendimento por WhatsApp para qualquer operação que precisa atender bem: triagem automática, esteira com prazo por etapa e a documentação do cliente organizada do primeiro “oi” até a entrega.
O WhatsApp vira um amontoado de conversas sem dono, o documento chega em foto no meio de sessenta mensagens, ninguém sabe se a aprovação já saiu, e o cliente que perguntou preço na terça é lembrado só na sexta.
Ferramenta genérica de atendimento não resolve porque o problema não é responder rápido. É que um pedido atravessa várias áreas diferentes, cada uma com um prazo próprio, e o histórico precisa continuar inteiro do começo ao fim.
Cada pedido nasce como um ticket e caminha por uma esteira visual — as raias e os prazos são configurados de acordo com o seu processo. O cliente tem uma única thread de conversa, e os pedidos correm em paralelo sem embaralhar o histórico.
A IA recebe, responde dúvidas e classifica.
Cliente que precisa de especialista recebe as opções de agenda.
Pedido entra na fila comercial.
Cobrança e confirmação de pagamento.
Coleta dos documentos que o seu processo exige.
Envio, rastreio e fechamento.
Seis raias é o nosso padrão, não uma regra. Nome, quantidade, ordem e prazo de cada etapa são configurados na implantação, de acordo com o processo da sua operação.
Cinco módulos que cobrem o ciclo inteiro do atendimento, em qualquer segmento — com trava, não com fé.
A IA lê a conversa, responde com base no FAQ oficial da operação e move o card para a raia certa — só quando tem confiança alta. Se a pergunta não está no material, ela não inventa: passa para um humano e avisa.
Recebe e envia pela Cloud API oficial. Dentro da janela de 24 horas o atendente escreve livre; fora dela, só templates aprovados — a interface bloqueia sozinha para o número não ser punido.
O módulo de invoices controla cada documento por vez: identidade, comprovante de residência, contrato, procuração ou qualquer autorização exigida. Pede o que falta direto na conversa e acompanha o que já chegou.
Segmenta a base por tempo de inatividade, sentimento e histórico de pedidos, monta a lista e mostra o preview antes de qualquer disparo. Nada sai sem um humano confirmar na tela, o teto é de 200 destinatários por campanha, e o envio é espaçado para proteger a saúde do número.
O painel de métricas mostra quantas respostas a IA deu, quantos tickets ela conduziu sozinha, quantos viraram handoff e quanto isso custou por ticket — em dólar e em real.
Contato, conversa e pedidos são camadas separadas. Quem comprou três vezes em dois anos tem uma thread só, e qualquer atendente vê tudo.
Documentação e faturamento têm ritmos diferentes. Cobrar as duas com o mesmo SLA é como medir maratona com cronômetro de 100 metros.
Teto de turnos, confiança mínima para rotear, desligamento por arrasto e um kill switch que corta a IA sem precisar de deploy.
As imagens de documento nunca são enviadas para a IA. Ela lê texto de conversa, e só.
Toda ação vira evento numa timeline que não se apaga. Dá para auditar quem moveu, quando e por quê.
Triagem, tickets, contatos, resultados de campanha e biblioteca de mensagens — tudo no mesmo lugar, com raias do seu processo.
Next.js 15, React 19 e TypeScript estrito sobre Supabase, com atualização em tempo real na conversa. Roda na Vercel. A IA usa Claude Haiku 4.5 com saída estruturada e validada por schema, o que impede resposta fora do formato esperado.
Uma demonstração de 30 minutos com a sua operação na tela.
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